Saturday, September 28, 2019

Diferenças do trânsito – Brasil x EUA

Avalie: 
Estou de volta ao Brasil, depois de uma viagem de carro pelos Estados Unidos que durou 25 dias (24, pra ser mais exata. É que eu gosto de números redondos. hehe). A viagem foi uma delícia, passamos por 11 estados americanos, embora não tenhamos pernoitado em todos eles. Fomos da Florida até Minnesotta e depois voltamos, a bordo de um Nissan Altima, carro maravilhoso.

Mas o que eu posso dizer dessa viagem? Nesse primeiro post pós viagem queria salientar algumas peculiaridades do trânsito americano que são diferentes dos nossos.

A primeira (e gritante) diferença é a civilidade que se encontra na maior parte das cidades, talvez com exceção das grandes cidades, como NY, Chicago e Los Angeles. Cidade grande é cidade grande em qualquer lugar, e sempre vai ter gente estressada e com pressa. Mas na grande maioria dos lugares predomina o respeito pelo pedestre e o respeito pelo outro. Mas vamos por partes:

1. A velocidade
Não posso afirmar com toda a certeza do mundo, mas acredito que em nenhum lugar dos EUA tenha radar. Eventualmente você vê os policiais parados na estrada, e eles, sim, podem estar com radar. Mas não é como aqui no Brasil que tem um radar a cada kilômetro. Isso não significa que eles respeitem o limite de velocidade. Porém existe uma diferença crucial com o Brasil que é o seguinte: se a via é 70 milhas por hora e todo o fluxo está andando a 80, é permitido que você ande a 80. E isso acontece quase 100% do tempo. Raríssimas vezes eu andei dentro do limite permitido. Confesso que é bem esquisito andar acima do limite e não pensar a todo momento que eu vou ser multada por isso.

2. Virar à direita
Se você precisa entrar à direita em uma via mas o farol está fechado pra você, não se acanhe. Você pode entrar mesmo assim, desde que não esteja vindo carros na via principal, óbvio. Isso vale tanto pra dentro das cidades como pras estradas (sim, existem faróis em alguns pontos da estrada). Mas atenção: existem alguns lugares em que essa conversão é proibida. Nesse caso existe uma placa avisando que você só pode virar quando o farol estiver verde pra você. São raros, eu só passei por um lugar assim em toda a viagem.

3. A preferência é sempre do pedestre
Aqui também é, mas infelizmente ninguém respeita. Lá isso é tão respeitado que o farol para carros fica verde pra quem vai fazer a conversão no mesmo momento em que fica verde pro pedestre atravessar. Ou seja, está verde para os dois, mas o carro SEMPRE vai esperar o pedestre atravessar. Lembrando que isso só vale para "esquinas", quando o carro vai fazer a conversão à direita ou à esquerda.

4. Carros no acostamento
Não é em todo estado que isso é lei, mas acho que faz tanto sentido que eu passei a adotar em todos os lugares: quando você está na rodovia e vê um carro parado no acostamento, você deve passar para a faixa de rolamento mais à sua esquerda, para dar uma margem de segurança caso alguém abra a porta ou precise trocar um pneu, ou qualquer coisa do tipo. Na impossibilidade de mudar de faixa, simplesmente reduza a velocidade.

5. Faixa da esquerda para ultrapassagem
Isso também deveria ser assim aqui, mas ninguém respeita. A faixa da esquerda é só para os carros que estão numa velocidade maior. Como lá existe limite máximo e mínimo de velocidade, é comum que os carros andem todos mais ou menos na mesma velocidade. Então você só vai usar a faixa da esquerda em caso de ultrapassagem, e depois volta pra sua faixa da direita (ou do meio). Provavelmente você não vai ser multado se estiver na faixa da esquerda (eu acho), mas é o tipo de coisa que não custa nada fazer.

Acho que as diferenças são basicamente essas. Se eu lembrar de mais alguma coisa, volto aqui pra editar. Se alguém souber alguma outra, deixa aqui nos comentários. :)

Sunday, August 25, 2019

Road Trip USA - O roteiro

Avalie: 
Eu já viajei bastante por esse mundo afora (não tanto quanto eu gostaria, mas enfim...), mas a viagem mais longa que eu fiz foi de 15 dias. E sempre viajei meio sem roteiro. A gente só sabia os locais onde íamos dormir, o resto a gente decidia um dia antes. Acho que o mais planejado foram meus 4 dias em Budapeste, que eu peguei um roteiro pronto na internet e fomos seguindo ele, foi ótimo.

Não me ligo muito em ter que conhecer pontos imperdíveis dos lugares onde eu estou. Me preocupo mais em me divertir, curtir a cidade. Eis que eu resolvo fazer essa viagem de 25 dias com a Evelyn pelos EUA. Pra quem acredita em astrologia, somos duas virginianas viajando juntas. Como eu disse, eu consigo viajar sem planejamento, mas a Evelyn prefere ter tudo roteirizado, mesmo que seja pra chegar na hora e mudar tudo. Mas ela acha importante saber quais são as melhores opções. E nesse caso eu acho super válido, porque será uma viagem super cansativa e não vamos querer chegar em casa cansadas no fim do dia e ter que pesquisar o que vamos fazer no dia seguinte. É bom já ter o mínimo de noção das opções.

Desde que começamos a programar essa viagem, há uns 7 meses (jesus, o tempo passa rápido!!), já alteramos o roteiro das cidades pelo menos 6 vezes. Os motivos das mudanças variaram desde dificuldade de achar lugar pra dormir, até o aceite de dicas de pessoas locais mostrando que outro lugar seria um negócio melhor. Hoje fechamos o roteiro final, a uma semana da decolagem. Tomamos a não-muito-difícil decisão de tirar Chicago do roteiro (já falo sobre isso) e ficou essa lindeza aqui:
  • 02/09 - Chegada em Miami. Pegamos o carro no aeroporto, já vamos pras comprinhas. Como queremos gastar pouco com comida, já vamos nos abastecer para os próximos dias nos parques. 
  • 03 a 08/09 - Parques de Orlando. Vai ser um pega-pra-capá. 6 dias de parque sem descanso. 
  • 09/09 - Com o que restou dos nossos seres, pegamos o carro rumo a Nashville, com uma parada em Atlanta pra almoçar. Esse dia será o mais longo em termos de estrada, vamos dirigir por 1100km, isso depois de 6 dias de parques em Orlando. A gente só pode ter cocô na cabeça, mas vamos lá. 
  • 10/09 - Um dia inteirinho pra curtir Nashville (e coletar os nossos cacos).
  • 11/09 - Saímos de Nashville rumo a Indianápolis.
  • 12/09 - Vamos conhecer Michigan City, à beira do Lago Michigan, num AirBnB que é praticamente um spa. Ideal pra recarregar as energias por 2 dias. 
  • 13/09 - Um dia inteiro para curtir a paz em Michigan City. 
  • 14/09 - Partiu rumo a Green Pay, home of the Packers, com uma paradinha em Milwaukee pra conhecer a fábrica da Harley Davidson.
  • 15/09 - Dia mais lindo do ano, também conhecido como meu aniversário, eu passarei em Green Bay, no estádio Lambeau Field, assistindo um jogo dos Packers contra Minnesotta Vikings. *Pouco ansiosa para esse dia, quase nada*. Será o único dia que eu e ela vamos nos separar, já que ela não é fã do esporte e não fazia sentido gastar tanto dinheiro com algo que ela não gosta. PS.: "único dia que vamos nos separar", contando com a hipótese de que, a essa altura do campeonato, a gente ainda não esteja querendo se estapear. kkkk
  • 16/09 - Dia 15 eu saio do jogo e vamos direto pra Chisago City, onde ficamos duas noites. Lá mora minha host mom, que me hospedou no intercâmbio que fiz pra Wisconsin 20 anos atrás. Nem tô acreditando que eu vou vê-la novamente!!
  • 17/09 - Saímos de Chisago City e vamos para Des Moines, com uma parada em Minneapolis pra almoçar. Des Moines, de acordo com um site que eu pesquisei, é considerada uma das melhores cidades para se morar nos EUA (não que eu esteja pensando a respeito, mas quem me conhece sabe que é sempre uma possibilidade. hehe. Brincadeira, mãe!). 
  • 18/09 - Chegamos em Kansas City. A princípio íamos ficar aqui por um dia apenas, mas o cara que vai hospedar a gente nos convenceu de que vale a pena ficar dois dias. Esprememos aqui, apertamos ali, e vimos que dava. 
  • 19/09 - Um dia inteiro pra Kansas City. 
  • 20/09 - Essa será a segunda viagem mais longa. De Kansas City até Memphis, parando em Springfield, serão pouco mais de 700km. 
  • 21/09 - Passamos o dia em Memphis e não, não vamos ver Graceland. Porque já deu pra notar que essa viagem não tá sendo muito convencional. Dormimos numa cidade chamada Burmingham, que não tem nada de especial, é só pra dormir, mesmo. 
  • 22/09 - A gente chega em Wakulla Springs, dica de uma moça em uma cidade que íamos ficar. Ela disse "aqui não tem nada, vocês deviam conhecer Wakulla Springs". Quando eu acessei o site, fiquei fascinada. A Evelyn topou e então vamos passar o dia lá. Será o único local que vamos ficar em hotel. 
  • 23/09 - Chegamos a Tampa, que também vai ser praticamente só pra dormir. É triste estar em Tampa em não ir ao Busch Gardens, mas como a Evelyn não é fã de montanha russa, e eu já estarei sem grana, então nem pensamos em incluir no roteiro. 
  • 24/09 - Aqui íamos ficar em Miami, mas estávamos com dificuldade de achar host no Couchsurfing, então escolhemos Fort Myers porque ouvi muita gente falando bem do lugar. Como é relativamente perto de Miami e nosso voo é só no outro dia à noite, então ficou tranquilo. 
  • 25/09 - Vamos pra Miami, entregamos o carro e voltamos pro Brasil.  Snif.


Desse rolê todo, vamos ficar praticamente só em Couchsurfing, com algumas exceções: 
  • Orlando: na verdade ficaremos em Kissimee, num AirBnB de uma brasileira que tem um quarto muuuuuuitooooo fofo! Todo enfeitado de Mickey e Minnie. 
  • Michigan city: como já falei lá em cima, aqui também vamos ficar em AirBnB
  • Wakulla Springs: Springs, pra quem não sabe (como eu também não sabia) significa Mananciais em português. Esse lugar foi recuperado há alguns anos da degradação, e se transformou num parque estadual com várias opções de lazer. Lá eles têm uma hospedagem com café da manhã (coisa relativamente rara nos EUA) que me parece muito interessante. Como já estaremos em final de viagem, achamos interessante escolher um lugar onde a gente pudesse descansar com conforto e privacidade, coisa que nem sempre vai ser possível quando estivermos ficando em Couchsurfing. 
  • Chisago City: Vamos ficar na casa da minha "host mom", então não dá pra enquadrar em hotel, nem CS, nem AirBnB. 
Eu tinha ficado de falar sobre Chicago. Essa cidade estava no nosso roteiro desde sempre. Mas ela sempre foi uma pulga atrás da minha orelha. Ao mesmo tempo que eu sei que Chicago é ótima, e tem um monte de coisa pra fazer, e bla bla bla sei lá o que mais, ela me é suficientemente parecida com São Paulo pra eu não gostar dela. Mesmíssima coisa acontece com NY e Londres. Antes que você me chame de louca e comece a me insultar dizendo que elas não têm nada a ver, eu digo: eu sei. Mas o conceito é o mesmo. Cidade cheia de concreto, cheia de pessoas, funcionando 24 horas. Não é o que eu gosto, não é o que me faz bem. Então eu estava meio inquieta. Aí comecei a procurar lugar pra ficar, e achei que seria super fácil, porque afinal de contas, são milhares de anfitriões disponíveis na cidade. Mas eu só recebia Não. Decline atrás de Decline. Aí fomos ver as opções. AirBnB era caro ou, se tinha um preço razoável, não era uma casa legal. Hoteis a preços exorbitantes. Eu já super desanimada, aí a Evelyn leu meus pensamentos (como sempre ela faz) e sugeriu que tirássemos Chicago do roteiro e incluíssemos Michigan City, que parecia bem mais interessante (inclusive pra gente conseguir descansar um pouco). E foi assim que fechamos nosso roteiro. 

Ufa! Dá trabalho, mas é um delícia ver a viagem tomando forma. Uma semaninha, exatamente agora. Quase não posso conter a emoção.

Sunday, July 14, 2019

Sobre Couchsurfing

Avalie: 
Em 2013 eu descobri o Couchsurfing. Não me lembro quem me apresentou pra essa plataforma maravilhosa, mas sei que desde então eu me tornei um membro. Mas em que consiste, afinal, o Couchsurfing (ou CS, para os íntimos)?

O CS é uma rede social, disponível via app ou site, em que pessoas oferecem um lugar para viajantes passarem a noite. O nome, Couchsurfing, em português significa algo como Surfando em sofás. Ele é feito para estadias rápidas, de uma ou duas noites, de preferência (por isso o nome surfando).

Então vamos supor que você tem uma casa com um sofá confortável, ou um quarto sobrando com uma cama, ou ainda uma casa com espaço pra dormir no chão. Você se cadastra nesse site, coloca todas as suas informações e as informações sobre a sua casa, e as pessoas que estão indo visitar sua cidade olham seu perfil e te solicitam hospedagem.

Dá pra pensar que é um sistema tipo Airbnb, mas na verdade o CS não é pago. Mas segura o entusiasmo. Ele não é só um lugar pra dormir de graça. É muito mais do que isso. É uma comunidade. As pessoas que usam esse tipo de serviço em geral são pessoas que amam viajar e que amam compartilhar (experiências, ideias, qualquer coisa).

Outra diferença para o Airbnb é que nesse você aluga uma casa (ou um quarto). No CS invariavelmente você vai estar morando junto com o dono da casa, mesmo que seja só por uma noite. Não dá pra pensar nisso como um hotel. O legal do CS é que você interage com os moradores, troca experiências, troca dicas da cidade, enfim, tem um relacionamento, mesmo que muito rápido. Como eu já disse, em geral as hospedagens por esse sistema são para 1 ou 2 noites, para passagens rápidas, embora em alguns casos é possível ficar mais tempo. Claro que se você precisar ficar um mês inteiro, por exemplo, vale uma conversa com o anfitrião e, de preferência, uma ajuda de custo é bem vinda. Tudo deve ser combinado pra não ficar ruim pra ninguém.

Normalmente quem hospeda o faz porque gosta de ter gente diferente por perto, de conhecer outras culturas. Gosta de dar dicas sobre a cidade, gosta de chegar em casa à noite e conversar com os hóspedes. Se você faz mais o tipo que não curte conversa ou não curte essa troca, esse sistema definitivamente não é o mais apropriado pra você.

Já me perguntaram se só pode se hospedar na casa dos outros quem também hospeda. A resposta é não. Às vezes você mora num lugar que não permite que você receba hóspedes. Não é por isso que você será impedido de ficar na casa de outras pessoas. Porém, se você tiver a possibilidade, é de bom tom que o faça.

Além disso tudo, a comunidade do CS é bem ativa em diversas partes do mundo. Eles fazem reuniões, combinam de se encontrar e fazer coisas diversas. Eu nunca participei de uma reunião, mas estou querendo começar. Depois volto pra contar.

Bom, tudo isso eu contei pra dizer que nós vamos usar muito do couchsurfing na nossa viagem pelos EUA. Passaremos por 17 cidades de 10 estados diferentes, sendo que dessas, vamos dormir em 13 delas. Apenas na primeira, que será Orlando, vamos usar o Airbnb. Como vamos estar na Disney, escolhemos o Airbnb pra podermos ter um pouco mais de conforto e sossego. Em todo o resto da viagem vamos de CS, até porque acreditamos que isso vai agregar demais na nossa viagem. Nos hospedarmos com pessoas locais também vai nos ajudar na hora de planejarmos nossos passeios (afinal de contas, nada melhor do que alguém que conhece a cidade pra indicar onde ir e onde não ir, certo?).

Dá um trabalho danado solicitar tantas hospedagens. Entrar perfil a perfil, ver quem te agrada, enviar um textinho com a solicitação. Os textos dos perfis em geral são longos, e é legal ler ele inteiro pra ver se tem alguma informação importante (e também pra saber se você se identifica com o anfitrião, claro). Então tenho gastado um bom tempo das minhas noites fazendo essa busca. Até agora já temos 6 hospedagens confirmadas. Inclusive já até mudamos alguns planos com base em dicas que recebemos da comunidade.

A viagem está chegando e eu nem tinha me dado conta dessa proximidade. Em exatamente um mês e meio estaremos embarcando. Vai ser minha viagem mais longa (e mais louca, com certeza). Não vejo a hora de poder contar tudo pra vocês. Estarei levando meu diário de viagem (da Para ti da Thatá, que faz cadernos customizados e pode personalizar um pra sua viagem, #ficaadica) pra não perder nenhum detalhe da viagem. Ai, que emoção!! <3 nbsp="" p="">

Monday, April 1, 2019

Providências básicas para qualquer viagem

Avalie: 
Quando você pensa em viagem internacional, algumas considerações importantes precisam ser levadas em conta.

1. Verifique como é a admissão no país que você vai visitar. Precisa tirar o visto aqui no Brasil ou ele é dado na fronteira, na hora da entrada? Quais documentos são necessários para tirar o visto ou para levar na hora de entrar no país? Se você tiver passaporte estrangeiro e estiver indo para os EUA, verifique se precisa de visto ou se consegue entrar apenas com o ESTA.

2. Qual documento você precisa levar para apresentar na fronteira? Se forem países do Mercosul, o RG é suficiente (atenção: precisa ser o RG, a CNH não vale como documento oficial). Para os demais países é necessário o passaporte. Porém, fique atento às validades. No caso do RG, certifique-se que o documento tenha menos de 10 anos, caso contrário você poderá ser barrado. Muito embora não exista data de validade para esse documento, muitos lugares não aceitam se ele tiver mais de 10 anos – inclusive na hora de embarcar no avião. Para o caso do passaporte, verifique se ele tem validade de no mínimo 6 meses depois da sua viagem. Por exemplo: se você for viajar em janeiro, ele deve estar válido até julho do mesmo ano. Se ele expirar em maio, é possível que não seja permitida a sua entrada no país mesmo que o passaporte ainda esteja válido.

3. Veja se é necessária alguma vacina, seja ela obrigatória ou recomendada. A vacina da febre amarela é a única que é obrigatória em alguns países. Se você já tomou a vacina aqui no Brasil, certifique-se de que você tem o certificado internacional, não adianta só ter o carimbo na sua carteirinha de vacinação. Também só vale se for a vacina integral, e não aquela fracionada. Fora a da febre amarela, algumas vacinas são recomendadas, mas não obrigatórias. Por uma questão de segurança, vale estar com as vacinas todas em dia.

4. Nunca ache que o seguro saúde é um gasto desnecessário, principalmente se você estiver indo para lugares onde a assistência médica não é pública. Em lugares como EUA, por exemplo, custa caríssimo qualquer auxílio médico que você precisar. Lembre-se que o barato pode sair caro – e nesse caso, muito caro. Inclusive para casos de morte no exterior (é mórbido, mas pode acontecer), e sua família precisar trazer o corpo pra cá. Já viu quanto custa repatriar um corpo? Você não vai querer dar mais essa preocupação pros seus familiares, né?

5. É um tanto quanto óbvio, mas não deixarei de fora: é essencial saber qual é a moeda corrente no lugar (não pense que toda a União Européia usa o Euro, por exemplo. Alguns países, embora sejam filiados, mantiveram suas moedas originais), e também qual é a língua que se fala no país. Vale aprender algumas palavras básicas para poder se comunicar um pouco melhor.

6. Aprenda as leis do local, pelo menos as mais básicas. Existem alguns países que dão multas a pedestres que atravessarem fora da faixa ou no farol vermelho. E as multas podem ser bem altas. O mesmo acontece caso você vá dirigir no país. Pesquise sobre quais diferenças existem, e sempre preste atenção no que os outros estão fazendo para fazer igual. Não vai querer dar uma de espertão porque você pode se dar mal.

Acho que basicamente é isso. Lembrou de alguma coisa que eu não falei e é importante? Me ajuda! Escreve aí nos comentários. :) <3 nbsp="" p="">