Thursday, January 8, 2009

01/01/2009 - Primeiro dia do ano

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A noite foi terrivelmente mal dormida. Uma das meninas que estava dormindo com a gente no quarto estava com o celular ligado, e dormindo abraçada com ele. No meio da madrugada o celular começa a tocar insandecidamente, provavelmente algum bêbado querendo desejar feliz ano novo. Feliz, só se for pra ele, porque pra mim estava sendo uma bosta, sendo acordada por aquele celular maldito. Depois de uns 15 minutos tocando ininterruptamente, sem a dona do celular acordar e minha tentativa de resgatar o objeto tocante de debaixo do travesseiro da pessoa que dormia feito uma pedra ter fracassado, o provável bêbado desistiu dos votos de boas festas e - descobriríamos mais tarde - teria optado por enviar uma mensagem. Voltei a dormir. Minutos depois acordo com BIPS celulísticos vindo de debaixo do travesseiro da garota de pedra. Neste momento a Amarilis, que dividia o colchão comigo, também havia acordado. Juntas conseguimos resgatar o celular e desligamos. Mas nada é tão simples quanto parece. O celular da menina estava com o alarme programado para às 5:30h, alarme este que toca inclusive com o telefone desligado. Ou seja, às 5:30h da manhã eu estava sendo acordada pela 3ª vez na noite pelo mesmo motivo! Inacreditável!
Não contente com isso, lá pelas tantas da manhã eu e a Amarílis acordamos com a fofinha - a cadela - querendo brincar no nosso colchão. Super divertido.
Celulares e cachorros à parte, lá pelas 9:30h eu acordo com uma movimentação estranha na casa: "eu acho que ela foi pra lá" "já viu ela lá fora?" "ela tava aqui no quarto hoje cedo" "Fofinha? Fofinha?". Era a cachorra que havia sumido. Respirei fundo, levantei e fui tomar café. Tava a casa inteira mobilizada procurando a tal da Fofinha. Segundos depois de eu falar "relaxa, daqui a pouco ela aparece", sai a Fofinha da despensa, com a maior cara de sono, abre um bocejo, e atendendo ao meu feliz chamado de "olha a Fofinha aqui!", veio correndo ao meu encontro, rabo abanando, outro bocejo. Caso fofinha encerrado.

Logo depois do café, eu, a Amarilis, o Anderson, o Maurício e o Diego fomos fazer uma pequena trilha até um ponto alto que tinha uma vista incrível de Angra. O Anderson é fotógrafo amador, então a trilha de 15 minutos demorou 30 pra gente poder tirar umas fotos. Na volta eu levei um tombão que achei que fosse deixar minha bunda roxa, mas nem ficou.
Na volta ficamos um pouco no mar, almoçamos lá pelas 4 da tarde, e às 5 pegamos o barco que nos trouxe de volta à Angra.
Depois de eu ter caído no mar ao pular na água saindo do barco, pegamos um ônibus que demorou uns 40 minutos pra chegar em casa. Tomamos um banho e fomos comer no Pirata´s Mall com a Vivian e o Allison, e voltamos direto pra cama! Mortas!

1 comment:

Amarílis said...

Dois detalhes importantes:

* trilha de 30 minutos é bondade sua né. Aquela caminhada durou, no mínimo, uma hora e meia. Ainda bem que, ao chegarmos na praia de Matariz, tivemos a praia toda com água quentinha pra refrescar daquele calor infernal ao qual fui submetida... =P

* O tombo que vc levou pra sair do barco foi hilário. Hahaha! Aliás, foram 2 no mesmo dia né? Pegou meu vírus é? E como foi que não ficou roxo? o.O "Sobrenatural..." =P