Wednesday, January 7, 2009

Enfim, uma cama!

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É meia noite. Tudo o que eu consegui dormir desde a noite retrasada até agora foi durante a viagem de São Sebastião até Paraty, que, diga-se de passagem, foi bem longa. MUITO trânsito. Estava previsto chegarmos em Angra cerca de 14h, mas chegamos só depois das 17h, acho que 17:30h. Pelo menos consegui dormir um pouco no ônibus, que era bastante confortável. Uma empresa chamada Util, não dava nada pra ela, nunca tinha ouvido falar. Mas era bem melhor que muita empresa que eu já viajei.
Cheguei aqui, almocei, tomei um merecido banho e cheguei à conclusão de que se eu deitasse pra descansar, eu não ia levantar mais hoje. E eu nem estava me sentindo tão cansada. Então saímos pra dar uma volta, fomos até a casa da Julia, depois da Vivian, fizemos umas comprinhas pro reveillon, caminhamos bastante, voltamos, jantamos e a idéia era sairmos pra ver um show que tá rolando na praia, mas a preguiça venceu.
Agora, deitada aqui, registro o que me passou pela cabeça o dia inteiro: é impossível estar em Angra e não pensar na Madeh. É estranho, na verdade. É como se esse lugar não pudesse existir sem ela. Agora desci pra cozinha e revivi todos os momentos da gente entrando na calada da noite para roubar os salgadinhos da festa da Amarilis. Aquele dia foi muito bom. Queria que ela estivesse aqui agora.

Ah, sim! E só chegando lá que a Amarílis resolveu me contar que todos os planos do reveillon mudaram, que a gente não vai mais acampar, que vamos ficar na Ilha Grande só durante a virada, e os outros dias vamos passar em Angra, mesmo. Ou seja, não precisava ter levado a barraca. Vontade de matar a Amarílis? Quase nenhuma.

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