Friday, March 26, 2010

Monte Alegre do Sul no carnaval - dia 02

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Acordamos cedo pra aproveitar o belíssimo dia de sol que estava fazendo. O café da manhã na pousada da Luz (assim como as demais refeições) não é como nos hoteis convencionais, que vai das tantas até às tantas. Começa às 9. Ponto. Se você chegar às 11, azar o seu, fica sem café. Isso porque são poucos hóspedes, e não tem sentido fazer 2 horas de café da manhã ou de almoço. Então levantamos quase 9, e chegamos pro café da manhã, que nesse dia tinha o tradicional leite, nescau (nescau, não achocolatado qualquer), café, pão, frutas, bolo e a jarra de suco que ela faz na hora.

O programa do dia era procurar uma cachoeira bacana. Dona Rosa nos deu a dica da Cachoeira do Sol, que você paga um tanto pra entrar (R$ 8,00), mas tem toda uma infra-estrutura. Pelo que eu entendi, das cachoeiras mais próximas ela é a única que dá pra se banhar. As outras são apenas para contemplar. A Cachoeira do Sol também é um local de camping, e para manter a ordem os donos do terreno proibiram comida, bebida e cigarro nas áreas próximas à cachoeira, e também música alta (fora axé!). Dessa forma, lá você tem sossego total, sem sujeira e sem fumaça atrapalhando sua diversão.
Eu deveria contar onde ela fica, mas como esses lugares ficam mais legais quanto menos gente tem, então não vou facilitar sua vida. ;-) Mas não é difícil descobrir. E se você descobrir, tire o dia todo pra ficar lá. Não sei exatamente como se faz pra comer por lá, porque voltamos para aproveitar o almoço na pousada, mas nos arrependemos de ter programado apenas a manhã para ficar por lá, já que a cachoeira é realmente muito gostosa.

Porém, o arrependimento durou só até a gente ver a mesa do almoço. Arroz, bife à milanesa, salada de batata (a melhor que eu já comi até hoje), frango, rondele e salada de pepino. Tudo muito muito muito bom. Sabe aquela comida que você até fecha o olho pra poder sentir melhor o gosto? É essa.

Passamos o resto da tarde relaxando na piscina com os outros hóspedes, esperando o sol baixar. Era impossível se mexer fora d'água com aquele calor. Quando o sol baixou, pegamos as bikes e fomos pra cidade, dessa vez por um caminho mais curto. Foram 11km ida e volta, em sua maior parte de estrada de terra e com umas subidas que requerem fôlego e muita perna!

Voltamos novamente antes do sol se pôr, eu ainda dei um mergulho na piscina antes do banho (tão bom piscina à noite) e voltamos de carro pra cidade pra ver o desfile. Dessa vez comemos na lanchonete do centro, a Shneps, que naquele horário ainda não estava tão lotada e nós conseguimos um lugar até que rápido. Depois sentamos na igreja pra esperar os blocos, mas acabamos desistindo. Os blocos do dia eram aqueles que a própria molecada organiza, vende as camisetas e sai todo mundo bêbado. Esse dia conseguiu ter mais gente na rua do que todos os outros dias. Era um mar de gente tão grande que quase não conseguimos chegar no carro, já que estávamos no contra-fluxo. Por sorte (ou conhecimento) tínhamos parado o carro bem na saída da cidade, e não tivemos problema nenhum pra ir embora.

4 comments:

Amarílis said...

Hahahauahaua, seu post tá me lembrando do meu carnaval. Tou lendo o seu e fico lembrando do meu, rsrs. Vc vai rir até!! =P

Amarílis said...

Comentário: nessas viagens de Carnaval pra cidade pequena, só a comida importa. =) Ah, que saudade!

Pergunta: se a prioridade era andar ao máximo de bike, pq vcs vão sempre de carro ver o Carnaval? No meio da multidão literalmente embevecida, creio que dava pra deixar as bikes amarradas na corrente em algum canto.

thais said...

Nós íamos de carro pra ver o desfile porque a estrada não é iluminada e nós não temos faróis na bike. Além de não enxergar nada, iria ficar super perigoso dos carros não nos verem, já que na época minha bike estava sem o equipamento básico pra andar à noite.

Amarílis said...

Ah, entendi. É, nesse caso, realmente, não dá pra brincar com a sorte =/Fiquei curiosa pra saber da cachoeira ^_~