Saturday, November 26, 2011

Sydney: Century Bar

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Sexta-feira passada eu bem queria cair na gandaia, mas somente ontem tive a chance de curtir minha primeira night em Sydney.

Fui com alguns amigos ao Century Bar (620, George St.), um pub no primeiro piso com boate no segundo piso, onde os drinks custam apenas $3 em qualquer dia da semana, a noite inteira!! E você não paga entrada, apenas o que consumir.

Aliás, até onde eu sei, a maioria dos pubs aqui (se não todos) não cobram entrada. Acho ótimo, porque adoro visitar um bar aqui e outro ali numa única noite, para conferir a atmosfera (e, se for o caso, entornar apenas um copo ou shot em cada um).

Outra coisa maneira é que água aqui é de graça. Claro que você pode comprar se quiser, mas todos os bares são obrigados a fornecer tap water (água da torneira, altamente potável) a qualquer um que pedir. Igualzinho na Irlanda.

Aliás, já visitei em alguns bares durante o dia aqui em Sydney. Alguns me lembram muito os pubs irlandeses. Outros, os londrinos.

Friday, November 18, 2011

Austrália: Sydney (1)

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Há 8 dias, cheguei na Austrália.


Sim, do outro lado do mundo - e onde fixo residência em Sydney pelos próximos 07 meses. Espero viajar bastante por aqui, país que tem praticamente o tamanho do Brasil, e também pela Ásia-Pacífico, incluindo no roteiro Japão e Nova Zelândia.

Como vim morar, trabalhar e estudar, daqui a algum tempo minha visão de Sydney talvez seja um pouco diferente da visão do viajante, turista. Por outro lado, tudo é novo e aqui (ainda) sou como turista! Por isso, posso sim dar algumas dicas à altura de qualquer viajante, principalmente aqueles que viajam por conta própria, minha especialidade. Lembrando: esse é apenas o primeiro de vários posts sobre Sydney. Afinal, cada dia, cada fim de semana descubro algo novo por aqui.

Já mencionei que Sydney é uma cidade caríssima? Pois é. Não é à toa que maioria das dicas abaixo são de passeios mandatórios para quem vem à Sydney - e que custam zero (ou quase).

Chegada
Vim pra cá de LAN - companhia aérea mais pontual que já usei. A viagem é cansativa, são 21h voando, porém cerca de 24h transitando nos aeroportos do Rio de Janeiro, Santiago do Chile e Auckland, na Nova Zelândia.

A parte boa é que, por incrível que pareça, passa rápido. A LAN tem milhares de filmes recém-lançados, jogos, séries de TV e outros artifícios pra distrair. Daí você entende que viajou 12h ao invés de 24h. E isso sim é um problema, porque o fuso horário Austrália-Brasil é de 13 horas (no horário de verão). Então, para me livrar logo do jet lag e aproveitar tudo aqui ao máximo, dormi cerca de 16 horas. No dia seguinte já estava ótima, mas livre mesmo? Bem, só no outro dia.

Circulando
Nenhum turista em sã consciência enfrenta 24 horas de voo para ficar menos que 1 semana em Sydney. Então, porque não comprar um passe semanal que dá direito a andar de ônibus, balsa e trem quantas vezes ao dia você quiser? Acredite, é a maneira mais eficiente de circular por aqui.

O ônibus e a balsa são ilimitados, você pode pegar qualquer um, pra qualquer lugar. Já o trem é limitado e é isso que fará diferença no tipo e preço do seu passe. Como turista, você não irá em nenhum lugar além do centro e das ilhas (eu moro aqui há 8 dias e não fui a nenhum lugar além do centro e das ilhas). Sugiro comprar o MyMulti 1 (custa $ 41 dólares, pagamento apenas em cash), vendido em qualquer loja de conveniência.

Só para ter ideia da economia: da minha casa ao centro, ida e volta, custa $8.60 - passe avulso. Usando o My Multi 1, o preço total deste trajeto cai para $ 5.85. Outro exemplo são as balsas: $12 ida e volta, comprando avulso...

CBD, City, Inner...

É o centrão de Sydney. No meu mapa mental, esta área começa na George Street, que termina desembocando inevitavelmente em Circular Quay (vulgo: o porto), onde fica a Harbour Bridge e a Sydney Opera House.

Dica 1: experimente passar o dia em Manly Beach, pegando a balsa em Circular Quay. No fim da tarde, de volta à cidade, curta o por do sol sentado no Opera Bar, que fica ao lado da Sydney Opera House.

Dica 2: reserve pelo menos uma tarde inteira para caminhar pela Elizabeth Street e pela Castlereagh Street, partindo da Liverpool Street e seguindo em direção a Circular Quay / porto. Explore as ruas adjacentes, como a Market Street e a King's Street.

Este pedaço é a Champs Elyseé de Sydney, onde estão as sofisticadas Prada, Mont Blanc, Gucci, Guess, David Jones, Fendi, Louis Vuitton e o que mais você imaginar - sim, sim, aqui tem!! Super clássica e sofisticada, esta área da cidade abriga os mais tradicionais fabricantes de jóias. Também é o lugar dos homens mais lindos que eu já vi (mas, infelizmente para as mulheres, a maioria joga em outro time).

Relaxe no Sandringham Gardens, belíssimo parque ao ar livre, excelente para passar o dia e tirar fotos. Por fim, visite os históricos prédios Queen Victoria Building (QBV) e The Galleries Victoria.

Manly Beach, Bondi Beach e Coogee Beach


São as 3 principais praias de Sydney. Todas são lindas, mas Manly Beach é a minha favorita, talvez por ficar mais isolada e, portanto, mais vazia. Pra chegar lá, pegue um ônibus até Circular Quay (leia-se: sêrcular quei) e, de lá, tome a balsa para Manly no portão 3. É uma viagem de 30 min apenas e lindíssima.

Para ir a Bondi (leia-se: bondai) e a Coogeee (leia-se: cúgi) Beaches, tem que pegar um trem até a estação Bondi Junction (siiiim, o My Multi 1 cobre esta estação). De lá, tem várias opções de ônibus até a praia, mas o 333 é o mais comum. Bondi é mais badalada, mas Coogee me parece mais sofisticada.


Por enquanto, é só pessoal. Continuem acompanhando porque, em breve, eu vou:
- escalar a Harbour Brigde;
- velejar;
- visitar o Aquário de Sydney e a Opera House;
- alimentar o canguru;
- abraçar o coala... e muito mais!

Thursday, November 17, 2011

Vacina de Febre Amarela

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Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje. Em outras palavras, não espere a próxima viagem para tomar a Vacina de Febre Amarela - exigência de países como a Austrália, meu destino agora em novembro.

Não é à toa que esta pendência encabeça a lista das 8 coisas que você não deve esperar a próxima viagem para providenciar, do Ricardo Freire. No caso de viagens nacionais, basta ir ao posto de saúde e pronto, vida resolvida.

Agora, no caso de viagens para o exterior, o que a Polícia Federal / Imigração do país de destino quer ver é o Certificado Internacional de Vacinação contra Febre Amarela. Documento emitido somente pela ANVISA e relativamente simples de obter - não fossem, claro, a burocracia brasileira, o trânsito carioca e a inexistência de um portal online com informações integradas sobre postos de saúde e vacinação (assim, só para facilitar).

Não sei como é em São Paulo, mas, no Rio de Janeiro, é necessário comparecer pessoalmenteao posto da ANVISA no Aeroporto Internacional (Galeão) para obter o Certificado Internacional de Vacinação.

Algumas dicas:

1 - Antes de ir ao posto de saúde tomar a vacina, recomendo fazer o cadastro online (obrigatório) no site da ANVISA. É rápido e indolor. É possível fazer pessoalmente, no próprio posto da ANVISA no Galeão, mas, na boa, você pode ficar horas aguardando um computador vagar.

2 - A vacina tem que ser tomada no mínimo 10 dias antes da viagem. Não pode ser 9, 8 ou 7 dias. Tem que ser 10. Esteja atento ao prazo.

3 - Compareça o quanto antes ao posto da ANVISA para obter o certificado internacional. Não deixe para o dia da sua viagem. Todos os meus amigos foram unânimes nessa questão: "vá ao Galeão antes do dia da viagem e obtenha o certificado, vai que dá chabu..." Ninguém soube me explicar que problema exatamente poderia ocorrer, mas tudo bem, melhor prevenir do que remediar.

Tuesday, November 8, 2011

Cartão pré-pago

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Agora que eu estou me preparando novamente para viajar, descobri uma nova forma de levar meu dinheiro, uma forma muito mais prática, segura e barata: o cartão pré-pago. Ele funciona como se fosse um cartão de crédito, pode ser bandeiras Visa ou Master Card (e por isso ele é aceito em todos os estabelecimentos que aceitarem esses tipos de cartões, ou seja, praticamente todos), só que ele não é vinculado a nenhuma conta. Também é possível sacar dinheiro com ele.

Ele pode ser comprado em casas de câmbio (ainda não são todas as que trabalham com esse tipo de cartão) e, se não me engano, alguns bancos – preciso dar uma pesquisada porque sinceramente não sei quais são. A grande vantagem dele é que você não fica sujeito à variação da taxa cambial. Você vai pagar o valor do câmbio no dia em que você comprar, e só. Não vai ter aquela surpresinha no dia da fatura, um mês depois que você voltar, que o dólar ou o euro ou a libra vai estar 30% mais caro. Esse risco você não corre. Outra (grande) vantagem é que o IOF dele é bem mais baixo (0,38% comparado a 6,38% do cartão de crédito normal).

Ele permite que você o recarregue estando no exterior, e também é possível bloquear o cartão caso você o perca. Ou seja: só vantagens.