Confesso que as informações que eu vou colocar aqui hoje precisaram de muita pesquisa (então eu espero não falar nenhuma besteira muito grande. rs). É porque nesse dia saímos com o meu amigo húngaro que nos levou de carro até o alto de uma floresta, e eu não tive a curiosidade de perguntar o nome, nem detalhes sobre ela. E também como cheguei lá de carro com alguém que sabia como chegar, tive que pesquisar pra vocês como faz pra chegar até lá. Depois de muuuuita pesquisa (porque muito se fala desse lugar, mas pouquíssimos explicam como chega lá), eu encontrei esse site que explica direitinho. Está em inglês, mas como é bem complexo, achei melhor linkar direto o site, porque ele coloca fotos e tem vídeos, então fica mais didático.
A subida é longa e vale a pena. Tá certo que no dia que eu fui estava um frio desgraçado, nublado e em pleno meio dia o gelo da geada ainda reinava sobre as árvores. Isso impediu que a vista ficasse mais bonita. Mesmo assim, valeu a pena. Li que quando há neve, as pessoas usam o monte para esquiar. Também achamos um ponto de voo de asa delta e vimos muita gente usando as trilhas para se exercitar. Mesmo no frio, é um lugar muito frequentado, principalmente pelos praticantes de exercício (radicais ou não).
Tá vendo as árvores branquinhas? Isso é gelo.
Castelo de Buda
Concluímos nosso passeio florestal ainda pela manhã, e descemos a montanha de carro, e não de teleférico. Meu amigo nos deixou no Castelo de Buda, para seguirmos com mais um dos nossos roteirinhos prontos (dessa vez fizemos o Castle Hill Walking Tour). Como na Torre de Londres, eu também esperava algo totalmente diferente aqui. Na realidade eu esperava encontrar uma construção só, um castelo. Mas o Castelo de Buda tem, na verdade, todo um bairro em volta. É enorme. Passamos o dia inteiro lá.
Nas ruas do castelo
A chegada no castelo pode ser feita pelo Funicular, um tipo de bondinho que te leva lá pra cima, já que o castelo fica acima do nível do rio. O preço do Funicular é meio salgadinho (pagamos 1450 Ft ida e volta – cerca de R$ 14,50), mas você também consegue entrar a pé ou de ônibus. Há uma estação de metrô pertinho (estação Szell Kalman ter, linha M2), mas a subida pode ser complicada (leva cerca de 20 minutos a pé com muita escada). Se quiser subir de ônibus, deve pegar o 16, o 16A ou o 116. Todos passam próximos do metrô e entram no castelo.
Exibir mapa ampliado
O castelo vai da Attila utca até a Csálogany Utca, eu acho. Se você clicar no mapa vai ver a rota dos ônibus e do metrô dentro do castelo.
Bom, enfim, dentro do castelo você encontra de tudo: desde lojas, restaurantes, algumas ruínas e muita coisa bacana para se ver. A National Gallery, por exemplo, fica lá dentro. Nós seguimos passo a passo o nosso guia, mas a maior parte das coisas vimos só por fora. O único lugar que entramos foi uma igrejinha muito charmosa, toda pintada com grafismos e simbologias, de tirar o chapéu. Essa é a Mathias Church, meu ponto preferido em todo o castelo. Por menos que eu goste de igrejas, essa eu adorei. E tem um pequeno museu lá dentro. Achei demais.
Mathias Church por fora e por dentro. Detalhe para os grafismos e símbolos.
0 comentários:
Post a Comment