Wednesday, January 4, 2012

Budapeste – Dia 03

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Esse foi o nosso último dia inteiro em Budapeste, e aproveitamos para fazer o Millennium Walk, roteiro tirado do site bacana que eu falei no primeiro post. Assim como no roteiro do primeiro dia, esse começa na praça pertinho do nosso hotel, a Vörösmarty Tér (já falei dela no primeiro post, se você ainda não leu dá uma passadinha ).

Deák Ferenc tér
Se você quer ver lojas caras, como Hugo Boss, Tommy Hilfiger, Lacoste, entre muitas outras, esse é o lugar. É aqui que começa a Deák Ferenc Utca, também conhecida como Fashion Street. Pelo nome, você já pode imaginar o que pode encontrar lá. Sinceramente eu não me interesso muito por essas coisas, então pra mim era como uma rua qualquer.

Importante dizer que aqui é o único ponto onde as 3 linhas do metrô se encontram.

Há um museu do metrô no túnel do metrô (aliás, a vida underground de Budapest é bem cheia de vida. Todos os túneis têm uma lojinha, seja de roupa ou de comida), mas quando fomos estava fechado. Ele fica aberto apenas de terça a domingo (claro que a gente tinha que ir justo na segunda!), das 10h às 18h. Achei num site que custa 320 Ft (cerca de R$ 3,00), mas não sei se esse preço está atualizado.

Ali do lado da Fashion Street fica a Erzsébet Tér, onde fica o Gödör (lembra que eu falei da baladinha do primeiro dia?).

Andrássy út e Nagymesö utca
Margeando a Erzsébet tér, você vai dar na Avenida Andrássy, que é considerada a Champs-Elisée de Budapeste. Podemos dizer que o centro cultural de Budapeste gira em torno dessa avenida. É aqui que fica, por exemplo, a Opera House (da foto).



Continuando por ela, você vai dar na rua Nagymesö. A ligação entre essas duas ruas é considerada a Broadway de Budapeste. Tem até calçada da fama, com as marcas de sapatos de (imagino eu) artistas húngaros famosos. Eu mesma não conhecia nenhum dos que eu vi.

Não entendi muito bem os dois pés esquerdos

A rua é bem bonitinha, tem uns prédios super bonitos, e também tem umas estátuas (algumas bem esquisitas, como essa da foto). Já falei da minha adoração por estátuas por aqui, né?


Oktogon
Se você quiser comer no maior Burger King do mundo é só continuar andando pela Andrássy até chegar no Oktogon, um grande cruzamento que forma um octágono.  

Praça dos Heróis
Continuando pela avenida ainda tem mais algumas coisas pra ver. Nós passamos reto, mas você não vai conseguir passar desapercebido pela casa do terror. O motivo: dá uma olhadinha na fachada: 


A gente não entrou, mas parece que é tipo um memorial das vítimas dos regimes nazista e comunista vividos na Hungria. Eu acho que ir lá sem conhecer o mínimo da história desses regimes no país deve ser besteira, então sugiro que você vá entendendo um pouco. É que nem ir pra Itália sem entender o renascimento. Você só vai aproveitar metade. Eu só não sei se as coisas lá dentro são escritas em húngaro ou inglês. 

Um pouquinho mais pra frente você chega na praça dos heróis, uma praçona enorme com um monumento que dá nome a esse roteiro: Millennium, terminado por volta do final do século XIX e começo do século XX. Em volta do monumento Millennium (alguém sabe o nome dele em português?), tem o Monumento dos Heróis, que são 14 estátuas de figuras renomadas da história do país, que circundam o primeiro monumento. É bem impressionante. Vale a visita. 


Széchenyi Baths
Pra finalizar nosso dia, a gente queria provar das famosas águas termais de Budapeste. A Széchenyi é a casa de banho mais famosa que tem por lá, e fomos nela. Mas não tínhamos biquinis, então precisaríamos comprar um por lá. Como não achamos nenhuma loja que pudesse vender biquinis no caminho até lá, resolvemos comprar no local, mesmo (eles têm umas 3 opções lá à venda). O problema é que eles não custam tão baratinho assim (custam cerca de R$ 60), são horríveis, e eles só aceitam dinheiro (pro banho eles aceitam cartão, mas pra roupa de banho o pagamento só pode ser feito com dinheiro). Como não tínhamos aquela quantia de dinheiro disponível na hora, e eu também não estava disposta a pagar tanto dinheiro numa coisa que eu só iria usar uma vez, por mais que fosse para um banho termal na Hungria (sim, eu sou mão de vaca...), então acabamos indo embora. Então a dica é: mesmo que esteja -10ºC, leve seu biquini

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